Arch Linux – Minhas impressões

Como sou novo nesse mundo Linux, conheço muito poucas distros, para ser sincero, quase nenhuma. Só Debian e as Debian-likes: Ubuntu e Kubuntu (Kubuntu por alto). Nada de muito avançado conheço dessas distros, só o básico e o necessário para fazer meus afazeres diários e manipular o Linux de modo que eu adquira conhecimento de forma paciente. Mas, estimulado por ver que a maioria dos usuários de Linux conhecem no mínimo umas 5 distros muito bem, resolvi me envolver mais nesse “lance” de peregrinar por esse mundão de distros Linux. Foi ai que o Arch Linux tornou-se meu alvo. Por mói de quê escolhi o Arch? Conversando um dia com um cara gente fina, chamado Marcelo Cavalcante (el kalib), sobre esse meu propósito de conhecer outras distribuições, ele me falou sobre a existência de uma que me ensinaria bastante coisa apenas na instalação, e que a sua instalação era feita em modo 100% texto e que ele vinha “pelado”(na hora não entendi o que ele quis dizer com “pelado”). Vislumbrei, quando ele disse isso, um desafio, e tratei de arrumar uma ISO do Arch para a minha arquitetura. Foi o que fiz. Rodei o VirtualBox e botei o Arch para instalar.

A Instalação –

A instalação do Arch é realmente como o kalib me preveniu. Toda em modo texto. Mas, é uma instalação simples e bem orientada.
As primeiras partes da instalação, você não precisa instalar nada, só precisará preparar a maquina para a instalação real, de fato. (Abrindo aspas “Arrisco dizer que a instalação foi dividida de forma inteligente e intuitiva, isso facilita muito na hora de entender as opções dela.”)
Quando chega na opção “Select Packages”, você terá que selecionar os pacotes a serem instalados na opção seguinte. Por padrão, o Arch já mantém os pacotes básicos para serem instalados (outro ponto mamão com açúcar da instalação). No meu caso, o único pacote a mais que selecionei foi: o “sudo”. Só isso. Caso o usuário pretenda instalar o Arch para outros fins, ele vai selecionando os pacotes que desejar.
Nesse ponto, o Arch tem a vantagem de manter uma instalação enxuta, sem bagunça quanto à quantidade de pacotes que não servirão para os interesses do usuário. Isso deixa a interação com sistema mais rápida(penso eu).
Depois de instalados os pacotes (que é coisa rápida), chega a parte de “Configurar o Sistema (Configure System)”. Mas não é nada de bicho com sete cabeças. Pelo contrário, é muito simples. Praticamente, só é necessário alterar três arquivos durante a instalação do sistema do Arch Linux. São eles, no diretório “/etc/”: rc.conf, locale.gen e pacman.d/mirrorlist. No meu caso, usando VirtualBox, alterei apenas estes três arquivos para ter uma instalação tranqüila. Simples, né? E confesso que, não há muito que se falar sobre este ponto.

O Pacman –

Depois do sistema já ter sido instalado, o Arch vem “nuzim”, “pelado”, “cru”, enfim, nada que o faça ser utilizável em um desktop. Mas, é ai que entra o pacman como protagonista nessa parte da instalação. Tenho que destacar o Pacman. Não posso em hipótese alguma deixar de falar sobre esse cara, o pacman. Para deixar a distro redonda no desktop, o pacman é a ferramenta fiel do Arch Linux. O pacman, mostra de verdade o que é simplicidade (e poder :D).
Rodando o pacman e instalando alguns pacotes no seu Arch Linux, dependendo da velocidade da sua internet, em poucas horas seu desktop estará redondo (em, mais ou menos 5 horas, com uma net de 1mb, consigo deixar o Arch Linux 60% pronto para eu usar… isso no meu caso que ainda sou iniciante…).

É uma ferramenta, que, ao menos para mim, é segura e prática. Segura porque, até então, ele não quebrou meu sistema vez alguma (contando que o Arch Linux é uma distribuição “rolling release”, e que atualizo ele no mínimo duas vezes por dia.). Isso é um crédito que o Arch Linux + Pacman nos dão, juntos. Ferramenta prática, pelo fato de se poder fazer várias coisas com ele. Alem de fazer instalação de um pacote, ele pesquisa, dá a opção de remover um pacote com ou sem dependências entre outras coisas.

O AUR –

Abreviação de Arch User Repository. É o repositório do Arch Linux, dirigido pelos usuários, onde os mesmos têm a liberdade de criar seus pacotes e fazer upload no AUR para que outros usuários possam compilar tais pacotes através de um código fonte e em seguida instalar em suas maquinas.
Ele é mantido com o intuito de incluir, organizar e distribuir novos pacotes criados por users do Arch Linux. É um ponto muito interessante na comunidade, e é nítido o desejo do projeto de querer integrar a participação voluntária dos usuários. Acho isso muito bonito, me dá a impressão de que a filosofia GNU/Linux é seguida na sua risca. E tem mais, caso um pacote se torne popular, ele é colocado no repositório “Community” e poderá ser baixado e instalado via pacman. Belezura, eim?!

Caso você não queira, ou não saiba(meu caso) compilar um pacote baixado do AUR, você pode automatizar o processo de compilação e instalação com Yaourt. O Yaourt foi criado pela comunidade ArchLinux-Fr (francesa), serve para isso ai que falei, automatizar o processo de compilação e instalação. Ele é tão pratico quanto o pacman, e o melhor, se utiliza dos mesmos parâmetros(opções).

Ex.:
Pesquisar por um pacote com pacman faça:
 # pacman -Ss nome-do-pacote 

Com Yaourt faça:
 $ yaourt -Ss nome-do-pacote

Simples, não é?!! 😉

O fato de ser Rolling Release –

Não vou me estender muito nesse ponto.
Mas posso dizer que é uma tremenda vantagem usar uma distribuição rolling release como o Arch Linux. Está sempre atualizado com as novidades é um quesito interessante. Posso, ter meu sistema constantemente atualizado e otimizado através das facilidades que trás uma distribuição dessa categoria. Posso sair de uma versão do Arch, para outra sem precisar reinstalar o sistema do zero ou fazendo (como nosso amigo leoarch disse nos comentts) uma gambi para “pular” de versão.

Bleeding Edge (confesso que não conhecia esse termo)

Um pequeno exemplo de bleeding edge: Estava com o Firefox em sua verão 5.0, assim que foi lançada a versão 6.0, ao rodar o pacman, foi instalando automaticamente no meu sistema a nova versão. Dai veios bugs, não demorou muito(questão de dias) e já vieram as atualizações com as melhoras e com o tradutor pt_BR do browser (coisa que não tinha antes da atualização). Bom de mais isso, eim!? Isso me fez ganhar tempo, não me fazendo bater cabeça com coisas tão triviais.

Declaração Final –

O Arch Linux, apesar de ser uma distro “nova”, vem se mostrando a cada dia uma distribuição madura e poderosa, apesar de simples. Dou crédito ao Arch Linux na mesma valia que daria para o Debian.
Mas, diferente do Debian, o Arch Linux é rolling release. É uma distribuição que está em constante atualização, e que você pode dar um upgrade no seu sistema com apenas um comando. Faça isso com o Debian e correrá o risco de derrubar seu sistema(caso você não seja um usuário experiente. Tentei isso uma vez e me dei mal! xD ).

Talvez eu poderia citar alguns contras na distribuição, que seriam: 1º – É definitivamente uma distro anti-preguiça. 2º – É necessariamente dependente de uma internet… boa, no mínimo.
Para se aventurar com Arch Linux, você vai ter que ler bastante e alongar muito seus dedos. Como já mencionei, ele vem “pelado”, ou seja, terás que se desdobrar para configura-lo a sua maneira, para customizar e deixa-lo do jeito que quiser. Eu, para me adaptar ao Arch Linux, li muito mais do que normalmente leio no meu dia-a-dia. Sim, é verdade. Li uma grande quantidade de textos(em inglês, espanhol e português) para poder entender MAIS OU MENOS como o Arch Linux funciona. Então, se você é um preguiçoso, não gosta de ler, é acomodado… procure mudar isso, caso queira conhecer o Arch.

Alem da leitura, no inicio, precisei muito do terminal para concretizar meus anseios com o Arch Linux. Como sou meio biruta, dei uma dose a mais de terminal nos meus dias e madrugadas quando resolvi usar o LXDE como interface gráfica. Como assim? O LXDE, por natureza, necessita bastante do terminal, tanto para a parte visual quanto para a parte de acessibilidade(menus, atalhos etc.), e isso incrementou ainda mais a minha necessidade por usar o terminal. Mas, foda-se é muito divertido!!! ahahahha
No meu caso, isso acaba sendo é uma vantagem tremenda, e para quem gosta de fuçar é um ponto positivo também.
E também, como o Arch Linux vive em constante atualização, é necessário uma internet para poder estar com, tanto os repositórios quanto o sistema atualizados.

Abri o post dizendo que sou um iniciante. E realmente sou, mas, o Arch Linux não foi criado para usuários leigos. O Arch Linux é para usuários competentes e que já tenham um certo conhecimento em Linux. Não estou querendo dizer que sou competente e phodastico com o Arch Linux. Não. Simplesmente não foi fácil entender o Arch Linux, apanhei e ainda hoje apanho para ele e foi por isso que cheguei a essa conclusão(tanto que uso ele, ainda, com VirtualBox(mas já estou organizando meus arquivos para rodar ele no meu HD)). Mas, depois que se pega o jeito, fica fácil brincar com o Arch.

Concluindo –

Ainda há muito o que se falar do Arch Linux como distro, porem, eu ainda não sou a pessoa mais gabaritada para aprofundar o assunto, e o meu intuito é de mostrar para usuários iniciantes o que o Arch Linux é capaz de fazer.
Então é isso galera, acho o Arch Linux uma ótima distro, leve, pratica, rápida, poderosa, maleável, simples… entre outras coisas.

Até a próxima
fui-me!

PS.:Também não posso deixar de fora à comunidade ArchLinux, me acolheu e sanou meus problemas com prontidão, isso me cativou muito.

Rede Linux de amigos – Doode

Congratulações a essa nova rede social que surgiu dentro da comunidade GNU/Linux. Rede idealizada por Vitor Micillo Junior, o criador da mesma.

O Doode, não é uma rede social como qualquer outra, ela tem um diferencial especial: os seguidores.
Seus seguidores são usuários da plataforma operacional GNU/Linux, adeptos da filosofia e das ferramentas “Software Livre”.

No Doode, não é só bater-papo(como acontece com muitas outros redes por ai). Dizer “comendo gelatina de morango… hummmm delicia!” ou coisa do tipo. O Doode, vai muito mais além. Apesar de ainda ser uma rede social nova, vejo nela um potencial importante para a expansão da ideia de compartilhamento (Tão tal que a Canonical estipulou um numero X de seguidores para o “Doode ser reconhecido pela canonical como uma grande rede social linux e termos no Ubuntu uma aplicação oficial. Brasil no ubuntu”).
Como, acredito eu, todos os seus seguidores são usuários de Linux, o conteúdo que corre nessa rede abrange outros horizontes, visando informar, ajudar, entreter e adquirir novos usuários para esse mundo Linux, em especial.

Sou seguidor do Doode(@warlocksn), e posso dizer que tenho boas experiências com ele. Já tentei Twitter, Facebook, Orkut enfim, tive experiências com tantas outras redes sociais, mas nem uma delas me prendeu tanto como esta.

Então, você ai que é usuário Linux, que acredita na filosofia deste e quer compartilhar e experimentar novas experiencias no mundo GNU/Linux, eu lhe digo “Siga o Doode!”. 😉

Doode

Até a próxima…
fui-me

[PS: Um alô especial para os meus amigos no Doode!]

Mitos sobre o GNU/Linux – Parte 1

Encontrei esse post, muito interessante, relatando mitos sobre o GNU/Linux. São pensamentos “distorcidos” sobre esse sistema operacional, a qual o autor do texto mostra que não é bem como pensam. Esse post será dividido em duas partes. Espero que apreciem , e vamos ao conteúdo!

Antes de qualquer coisa, deixo claro a minha imparcialidade quanto o uso e utilização de qualquer sistema operacional. Cada um utiliza aquele que melhor lhe convém e da forma que melhor lhe interessar.

Sem mais delongas vamos ao que interessa: quais os principais mitos ainda existentes sobre o GNU/Linux.

Mito 1: Linux é muito difícil para uma pessoa comum utilizar porque ele usa apenas texto e requer programação.

Embora tenha sido originalmente concebido para especialistas em computador, a situação mudou muito nos últimos anos. Hoje ele tem uma interface gráfica altamente intuitiva, o GUI (graphical user interface) inclusive é muito semelhante ao do Microsoft Windows e Macintosh, e sendo tão fácil de utilizar quanto os outros sistemas operacionais. Hoje em dia, nenhum conhecimento em programação é necessário. Esta facilidade de utilização é evidenciada pelo fato de que mais e mais pessoas, incluindo estudantes do ensino fundamental e outros com nenhuma experiência anterior com computador, começam a utilizá-lo todos os dias. Além disso, quando as pessoas se familiarizarem com o Linux, eles raramente querem voltar a utilizar outro sistema operacional.

Mito 2: O Linux é menos seguro que o Microsoft Windows, porque o código fonte está disponível para todos.

O Linux é muito mais seguro (ou seja, resistente a vírus, worms e outros tipos de código malicioso) que o Microsoft Windows. E este é, em grande parte, uma conseqüência do fato do código fonte (ou seja, na versão originalmente escrita por seres humanos usando uma linguagem de programação) estar disponível gratuitamente. Ao permitir o acesso ao código fonte, programadores e especialistas de segurança em todo o mundo são capazes de inspecioná-lo com frequência para encontrar possíveis falhas de segurança, desta forma desenvolvendo com mais rapidez patches com correções.

Mito 3: Não vale a pena aprender Linux, porque a maioria das empresas usam o Microsoft Windows

É verdade que a maioria das empresas utiliza Microsoft Windows como sistema operacional principal. No entanto, também é verdade que o Linux está sendo usado por mais e mais empresas, principalmente por instituições governamentais. De fato, a principal coisa que impede a sua utilização é a escassez de pessoas formadas para mantê-lo (por exemplo, engenheiros e administradores de sistemas) em pleno funcionamento. Há uma grande procura no mercado por profissionais especialista em GNU/Linux. Além disso, as pessoas com conhecimento em Linux normalmente recebem mais do que pessoas especialistas em Windows.

Mito 4: Linux não tem futuro; por ser livre e as empresas não vêm nele uma forma de ganhar dinheiro

Este é um daqueles argumentos que soa bem superficial, principalmente por não ter fatos que o comprovem. Muitas empresas ainda não entendem que há um ganho substancial em relação o uso de licenças com sistema operacional, neste caso com o Windows. Muitos não entendem que existe uma forma simples de lucrar principalmente com a venda de produtos e serviços. A BM, por exemplo, investiu milhões e milhões de dólares no desenvolvimento do Linux, e hoje uma parte significativa de seus ganhos vêm desse investimento.

Mito 5: Linux é uma cópia de vários outros sistemas operacionais

Linux é um sistema operacional com código fonte aberto, desta forma muitos desenvolvedores de sistemas operacionais utilizam isso como forma de estudo para desenvolvimento de seu próprio sistema. O desenvolvimento do Linux é colaborativo, toda e qualquer pessoas pode contribuir com o seu desenvolvimento diferentemente da Microsoft que durante muito tempo utilizou estudos de instituições de ensino no desenvolvimento de seu sistema.

Mito 6: Linux e outros softwares livres são uma espécie de socialismo e eles destroem o mercado e propriedade intelectual

O software livre ajuda a evitar monopólios de software, que destrói o livre mercado resultando em preços elevados e de qualidade inferior. Fazendo através da promoção da concorrência entre produtos e empresas baseadas na qualidade, funcionalidades e serviços. O software livre, que é também chamado de software open source, é um software que é livre, tanto em um sentido monetário (ou seja, ela pode ser obtida por qualquer pessoa, sem qualquer custo), e no que diz respeito à utilização (ou seja, é permitido ser utilizados por qualquer pessoa para qualquer finalidade, incluindo a modificação, a cópia e distribuição). Curiosamente, alguns dos mais duros críticos do software livre têm incorporado-os em alguns de seus produtos e serviços.

AUTOR // Renato Tarantelli – http://worldofbit.com

Por que usar Linux?

Introdução

Acredito eu que, a maioria das pessoas não usuárias de GNU/Linux questionam com essa pergunta as pessoas usuárias do Sistemas Operacional GNU/Linux. Pois bem, direi aqui nesse post, meus motivos por querer a cada dia, ser cada vez mais um usuário dessa poderosa ferramenta operacional.

Prévia

Conheci o Linux há algum tempo atrás, mas só por volta do ano passado que tive um contato mais direto e mais intenso com ele. A primeira das distros que conheci foi o Debian em sua versão 5.0. Foi, assim como meu primeiro contato com computador, paixão a primeira teclada.
Conheci algumas poucas distros GNU/Linux(Debian e as Debian-like: Ubuntu, Kubuntu. E atualmente estou conhecendo o Arch Linux). Não aprendi tanto quanto quero sobre esse mundo GNU/Linux, mas sei o suficiente para me mover com certa facilidade.
De lá pra cá, venho tentando fazer do Linux meu Sistema de uso pessoal. Tão tal que fiz um curso básico de Linux, pra poder saber como executar tarefas básicas do dia-a-dia. Mas, ainda não possuo um computador só meu… o que me faz ainda ser usuário do Windows paralelo ao Linux. =’/

Vamos aos “por que”s

Para mim, o Linux não é só um S.O. poderoso, é também tantas outras coisas, inclusive: uma ótima caixa de desafios. E, o primeiro desafio que ele proporciona é:

Adaptar-se a um instrumento novo.
Acostumado com vários duplos cliques no Windows, demorei um tempo para descobrir que poderia transformar os “vários duplos cliques” em comandos simples e objetivos, para executar as várias tarefas usuais. Isso para mim, foi a primeira coisa que me tirou um sorriso satisfatório em poder estar usando o Linux. Foi mágico, confesso.

A outra coisa é a leitura.
Para poder aprender administrá-lo, mesmo que de forma simples, eu teria que ler, ler um bocado de tutoriais, artigos, documentos, apostilas etc. para entender como funciona, o que fazer, como fazer determinadas tarefas, enfim, ele me estimulou a fazer uma coisa da qual eu não estava acostumado. Um ponto forte que me faz usá-lo. Ele é praticamente anti-preguiça. Se tiver um problema que não sabe resolver por conta própria, e não estiver disposto a ler em prol de sanar o problema, é certo de que perderá a parte mais divertida da coisa. 😀

A agilidade
Alem dessas coisas, o Linux, me transpareceu maior agilidade nas tarefas que executo no dia-a-dia, me oferece ferramentas leves e de fácil manuseio, tenho em mãos um poder de contornar problemas do qual não encontrei no Windows. O Windows, para mim, é um tanto limitado, não abre horizontes para tantas descobertas. Já o Linux(na minha opinião), sim, proporciona muita coisa possível de se fazer, inclusive ler seu código-fonte. Mais um ponto que me faz usá-lo.

O Linux é um Sistema Open-source* e grátis
O que me deixa tranquilo quanto a seu uso. Não preciso pagar para poder usá-lo, vem livre de seriais e chaves de autenticação, não preciso pagar para poder usar suas ferramentas, faço o que quero com ele, do jeito que bem entender, e se eu quiser dou para outro alguém sem cobrar nada por ele, ou seja, não dou satisfação a ninguém sobre o que faço. No máximo divulgo algo que por ventura eu tenha criado ou algum problema que tenha solucionado, de forma VOLUNTÁRIA. Livre de amarras. Mais um ponto que me faz procurar conhecê-lo melhor.

A customização no Linux é uma coisa incrível!
Faça dele o que quiser, desde torná-lo mais rápido, desativando módulos que você não usa(veja: compilar kernel) à deixá-lo apto a funcionar em computadores arcaicos sem ter dor de cabeça. Já vi um conhecido meu, fazer um Slackware 12 funcionar direitinho num Pentium II(Frequência do Processador:233 MHz a 450 MHz; Frequência do barramento:66 MHz a 100 MHz; Memória RAM: 128mb; HD-IDE: 20 GB). O Windows 7 ou MacOS Lion fariam essa façanha?( tenho duvidas…). Ponto para quem possui uma máquina não tão phodástica como um core i7(Né?).
Em casos de atualizações ou lançamento de uma nova versão do Sistema, eu não preciso adquirir a nova versão pagando por ela, formatar meu computador para instalá-la e ainda me sujeitar a ter que trocar o meu computador para poder suportar à aquela nova versão lançada. Dose, né? No Linux não tem nada disso, para atualizar ou fazer um upgrade de uma nova versão, basta, simplesmente, magicamente, executar poucos comandos, e após algum tempo apreciar a transformação. É, simples assim!
Eu ainda posso deixar o Linux do jeito que eu quiser, em termos gerais mesmo(acredite!).

As interfaces gráficas são de encher os olhos!
Nesse item serei breve, vejam:

Gnome 3
KDE
OpenBox
LXDE

Caso ainda não estejam satisfeitos com esses pequenos exemplos, recomendo que dêem uma olhada nesses dois links e vejam as possibilidades de customização das várias opções de desktop para Linux, e me digam se é possível fazer isso no Windows ou MacOS.

1 - Blog do Bhior
2 - Viva o Linux - sessão Screenshots

E, acredito eu, o ponto que mais me chama a atenção: a filosofia GNU/Linux.
A Filosofia do compartilhamento de conhecimento. O GNU/Linux, é mantido por uma grande comunidade de gente de todo canto do mundo. É essa gente que mantêm o Linux com o potencial que hoje tem. E o mais bonito disso tudo, é que é tudo compartilhado de forma voluntária. As pessoas doam seu conhecimento, com o intuito de ajudar a contribuir da maneira que puder, para fazer do GNU/Linux um Sistema Operacional eficiente e democrático.
Um coisa oposta ao que o outro lado faz, quem mantêm é uma única empresa, fecha o conhecimento para eles próprios, e, para se ter um conhecimento mais aprofundado sobre o sistema, é necessário que se pague uma bela quantia em dinheiro. Mais um ponto importante para o Linux nesse quesito.

No mais meu povo, o Linux me dá uma segurança que não encontro no Windows o no MacOS. Os crackers, vendo que a grande parcela dos usuários de computador optam por um SO proprietário, criam formas de atacar danosamente essas pessoas. Ataques que em sua maioria, são investidas através dos chamados vírus. Mas não é só por isso, vejam uma pequena citação de um cidadão chamado Gleydson Mazioli:

"O LINUX NÃO É VULNERÁVEL A VÍRUS! Devido a separação de privilégios entre processos
 e respeitadas as recomendações padrão de política de segurança e uso de contas
 privilegiadas (como a de root), programas como vírus tornam-se inúteis pois tem sua
 ação limitada pelas restrições de acesso do sistema de arquivos e execução.

 Qualquer programa (nocivo ou não) poderá alterar partes do sistema que possui
 permissões. Frequentemente são criados exploits que tentam se aproveitar de falhas
 existentes em sistemas desatualizados e usa-las para causar danos. Erroneamente este
 tipo de ataque é classificado como vírus por pessoas mal informadas e são resolvidas
 com sistemas bem mantidos. Em geral, usando uma boa distribuição que tenha um
 eficiente sistema de atualização e bem configurado, você terá 99.9% de
 sua tranquilidade."

Conclusão

O GNU/Linux me cativou muito rápido. Explora minha inteligência, aguça meu raciocínio, me dá informações sólidas sobre esse mundo da informática, mantêm forte em mim os ideais de uma comunidade justa, sem ganancia, de ajuda a quem precisa sem olhar a quem, valoriza minhas opiniões e me dá uma bela lição de liberdade.

É por isso que uso o Linux, um poderoso Software Livre.

E como um amigo dessa grande comunidade, chamado Marcelo Cavalcante, o vulgo Kalib, diria:

"SOFTWARE LIVRE! Socialmente Justo...Economicamente Viável...Tecnologicamente Sustentável."

Então, por hoje, é só.

Até breve! ;]

The Story of Linux: Vídeo comemorativo pelos 20 anos do Sistema Operacional Linux

Tá ai um vídeo, promovendo os 20 anos do SO GNU/Linux,  feito pela Linux Fundation. Video que anuncia também, um concurso de vídeos para comemorar o aniversário.

Maiores detalhes do concurso here.

Divirtam-se com o vídeo e até a próxima, pessoas! ;]

Fui-me…

Primeiro passo! :]

Ola Pessoas!

Eu, dando aqui meu primeiro passo na criação de mais um blog, porém, focado em um assunto do qual me interessa muito.

A tecnologia, a informática e, recentemente, o mundo Gnu/Linux e Software Livre, são assuntos que me prendem a atenção. Esses serão meus temas nos próximos posts.

Então, até breve e sintam-se a vontade!