Museu do Computador precisa de nossa ajuda!!

PRECISAMOS MESMO DO SEU APOIO PARA O MUSEU DO COMPUTADOR!

O Museu do Computador existe a vários anos, de forma totalmente sem fins lucrativos, com intuito unicamente de mostrar à população a história da Informática, a história dos microcomputadores, videogames, e demais tecnologias da informação, que tanto nos são úteis no dia-a-dia, e, pasmem, está fechado, a um bom tempo, unicamente por falta de ajuda, de verbas, de apoio, de local permanente para expor seu acervo!

Se você algum dia usou qualquer tecnologia da informação, tem obrigação de manter sua memória viva, disponível para seus filhos e netos, pois quando não temos passado, quando não temos história, não podemos ter futuro, sem conhecer o passado não se molda o futuro, sem cultura nada somos além de matéria inútil!

Stallman nos ensinou que, não mais importante que lutar pelo software livre, devemos lutar pela informação livre, pelo conhecimento livre, e termos o acervo do Museu do Computador aprisionado em um depósito, além de revoltante, é prender a história da Informática, da Eletrônica Digital, é tirar a possibilidade de conhecermos essa história, de entendermos como as coisas funcionam, o que sempre foi e é o ponto principal defendido pelo software livre!

Mas como eu posso ajudar?

-> Se você tem dinheiro, doe!
-> Se você tem um espaço comercial em SP, empreste!
-> Se você tem contato com empresários, consiga patrocínio!
-> Se você tem contato com políticos, consiga apoio!
-> Se você não tem nada disso, divulgue esta causa!

Não faça por mim, nem pelo Museu do Computador, faça por você, pelo seu país, pelos seus filhos e netos, pela memória da TI, pela história da Informática/Eletrônica, pela preservação da informação antiga, que não pode ser esquecida, não pode ser apagada, não pode ser perdida! Um país sem história é um país sem futuro, fadado a cometer os erros do passado, e a história da informática no Brasil é vasta, tinhamos microcomputadores feitos no Brasil, e vários de vocês nem conhecem e/ou nem sabiam disso!

Então, se tem uma causa tão nobre quanto defender o software livre no Brasil, esta é defender o Museu do Computador no Brasil!

Arch Linux – Instalando e configurando o Compiz e Emerald no XFCE

Opa pessoar!! Faz tempinho que não apareço por aqui, eim?! Mas enfim, eis-me aqui para compartilhar, com vocês, mais uma de minhas experiências com o nosso poderoso Linux!

Uma das [muitas] grandes vantagens que o Linux tem é: o seu poder de customização. Geralmente, percebo que, os usuários Linux que conheço, tem essa pretensão de deixar o sistema com a cara que lhes é de desejo. Seja adicionando uma nova interface gráfica, seja incrementando e criando “firulas” (frescurinhas, efeitos etc.) para deixar o visual mais elegante (ou não).

Depois de ter usado o Gnome 3 por, mais ou menos, umas três semanas, resolvi instalar o XFCE (outra vez). Pois confesso que acho o XFCE muuuuuuuuito mais agradável que o Gnome 3. Opinião minha. Pois é aí que entra, justamente, o poder de personalização da Interface… O Gnome 3, apesar deu ter conseguido alterar algumas coisas no tema, é muito chato e um tanto inflexível quando o assunto é “customizar”… e percebi o que o XFCE dá para fazer muito mais e com muito menos trabalho.

Ver mais sobre o XFCE, neste link.

Então, vamos a parte que nos interessa: o tutorial.😉

Instalando o XFCE

Segue o link de instalação básica do XFCE no blog -> TECH4NOOBS

Instalando e configurando o Compiz e Emerald

1º – Atualize seu Pacman.

# pacman -Syu

2º – Agora, instale o seguinte pacote:

# pacman -S compiz-fusion-gtk

Pronto. Compiz e Emerald, instalados.

3º – Vá em Aplicativos (Menu) -> Configurações -> Sessão e Inicialização. Na aba "Inicio automático de aplicativo" -> Adicionar.

E nos campos de texto informe conforme a imagem acima mostra:

Nome: Compiz // ou como queira colocar
Comando: fusion-icon // esse é o comando que vai chamar o Compiz na inicialização.

E reinicie seu sistema.

Configurando o Compiz e ativando o Emerald

Certifique-se de que o ícone do Compiz-fusion está na sua bandeja de notificações

Fusion-icon - Segundo ícone da esquerda para a direita.
Fusion-icon – Segundo ícone da esquerda para a direita.

Agora, acesse o painel de configuração do Compiz. Segue imagem:

Configurações do Compiz
Configurações do Compiz
Painel de configurações do Compiz
Painel de configurações do Compiz

Agora, procure pelas seguintes opções:

Em Área de Trabalho, ative os seguintes efeitos:

Alternador de janelas de visualização 
Cubo da Área de Trabalho 
Expo 
Girar Cubo 
Exibir a Área de Trabalho

Em Efeitos, ative:

Add-On animações 
Animações 
Decoração da janela // Esse efeito ativa o Emerald 
Janelas 3D 
Reflexão e Deformação do Cubo 
Janelas gelatinosas

Em Gerenciamento de Janelas, ative:

Alternador de aplicativos 
Alternador Shift 
Mover Janelas

Feito isso, dê um "Select Window Manager" e marque "Compiz". Em seguida, clique em "Reload Window Manager
OBS.: Só lembrando a quem está seguindo esse tutorial, que as configurações aqui citadas, foram baseadas nas minhas configurações de Desktop. Caso vocês desejem experimentar as outras opções… o critério é de vocês. Ok?😉

Uma explicação…

Cada efeito ativo no Compiz possui uma configuração default que pode ser alterada, caso queira. Vá fuçando todas as opções até chegar aonde você quer chegar, e deixar o seu Linux com a sua cara.

Uma prova de que o Compiz realmente funciona, junto com o XFCE!


Esse é, de fato, o meu Desktop.😀
E caso queiram personalizar os seus, iguais ou parecidos com o meu, vou passar algumas informações de customização:
Meu Tema GTK
Tema do Emerald
Baixe meu Conky
Meus Wallpapers (do desktop e do fundo do horizonte do cubo):
Wall Desktop
Wall Cubo


Então, esse tutorial vai ficando por aqui.
Até a próxima!
fui-me

Ação contra as leis Americanas – STOP s.o.p.a. / p.i.p.a

ESQUECE O QUE VOCÊ TA POSTANDO AGORA E ME DEM O MÍNIMO DE ATENÇÃO AQUI…POIS… Enquanto algumas pessoas descutem signos, BBB, videos e tudo mais… Mal sabem que está rolando a maior ”Guerra Cyber” da história, hoje e dia 24 o bixo vai pegar nos EUA pela votação de 2 leis que acabarão com toda sua diversão na internet… Gosta de postar videos ? Fotos dos seus artistas preferidos ? Baixar musicas ? Filmes ? Esqueça tudo isso do dia 24 em diante… A Lei (SOPA) Stop Piracy Act e a (PIPA) Protect Ip Act consistem em tirar do ar, multar e prender (com pena de 5 anos de prisão) os responsáveis por repassar produtos protegidos por direitos atuais em qualquer veiculo da internet, fazendo com que aquele video legal que você postou no Youtube com uma musica que você gosta possa te trazer a maior dor de cabeça do mundo… Muitas empresas grande como Google, Facebook, Amazon, Wikipedia, Yahoo… entre outras, desligarão seus servidores no dia 23 como uma forma de protesto, e se você acha que é fake, pesquise um pouco. O povo brasileiro é um dos menos informados sobre isso e ainda não se consideram pessoas alienadas… Repassem a Idéia, vamos contra essas leis que prejudicam nosso direito de ir e vir,compartilhe, avise os amigos… Não só eu agradeceria, como o mundo inteiro que vai sofrer com essas leis porcas. Por uma internet livre.

Eu prefiro Toddynho! E viva a Liberdade, pois não vivemos mais numa ditadura!!!

Instalando LAMP + WordPress no Arch Linux

Esses dias bati cabeça para tentar instalar o LAMP + WordPress aqui no meu Arch Linux. Apanhei um bocado… mas enfim, estou aqui para compartilhar com vocês o resultado disso.

Primeiramente o LAMP é um conjunto de programas muito usado por servidores web e por curiosos (como eu), e significa: Linux, Apache, MySQL e PHP. E serão esses os programas que iremos instalar, com o acréscimo do WordPress para concluir.

Vou mostrar de maneira beeem objetiva como instalar e configurar de maneira básica o LAMP e o WordPress.

Vamos a instalação

Apache

Para instalar o Apache faça:

# pacman -S apache

Depois de instalar o Apache verifique se há o arquivo “/etc/hosts” (se não existir, crie um) e adicione as seguintes linhas no arquivo:

127.0.0.1 localhost.localdomain localhost

127.0.0.1 localhost.localdomain localhost hostname // Onde 'hostname' é o nome da sua maquina no rc.conf

Agora, com o seu editor de texto favorito, edite o arquivo “/etc/httpd/conf/httpd.conf” e descomente a linha:

LoadModule unique_id_module modules/mod_unique_id.so

Rode o Apache com o seguinte comando:

# rc.d start httpd

Pronto.

Agora Ponha o programa httpd no DEAMONS do seu rc.conf.

E então é só acessar o seu localhost -> http://localhost

Nota: Se você verificar, vai ver que em “/srv/” foi criado o diretório “http/” é lá onde será hospedado o WordPress.😉

Configurando Virtual Host

Para que o WordPress possa mais tarde funcionar no nosso localhost, é necessário criar um Virtual Host, para que possam ser direcionado, os diretórios e os arquivos do mesmo.

Então vamos às configurações.

Primeiramente em “/etc/httpd/conf/httpd.conf“, descomente a linha:

Include conf/extra/httpd-vhosts.conf

E edite o seguinte arquivo “/etc/httpd/conf/extra/httpd-vhosts.conf“. Nele contem o seguinte conteúdo:

 
# 
# Virtual Hosts
#
# If you want to maintain multiple domains/hostnames on your 
# machine you can setup VirtualHost containers for them. Most configurations 
# use only name-based virtual hosts so the server doesn't need to worry about 
# IP addresses. This is indicated by the asterisks in the directives below. 
# 
# Please see the documentation at 
# 
# for further details before you try to setup virtual hosts. 
# 
# You may use the command line option '-S' to verify your virtual host 
# configuration. 
# 
# Use name-based virtual hosting. 
# 
NameVirtualHost *:80 
# 
# VirtualHost example: 
# Almost any Apache directive may go into a VirtualHost container. 
# The first VirtualHost section is used for all requests that do not # match a ServerName or ServerAlias in any block. 
# 
<VirtualHost *:80> 
    ServerAdmin webmaster@dummy-host.example.com 
    DocumentRoot "/etc/httpd/docs/dummy-host.example.com" 
    ServerName dummy-host.example.com 
    ServerAlias www.dummy-host.example.com 
    ErrorLog "/var/log/httpd/dummy-host.example.com-error_log" 
    CustomLog "/var/log/httpd/dummy-host.example.com-access_log" common 
</VirtualHost> 
<VirtualHost *:80> 
    ServerAdmin webmaster@dummy-host2.example.com 
    DocumentRoot "/etc/httpd/docs/dummy-host2.example.com" 
    ServerName dummy-host2.example.com 
    ErrorLog "/var/log/httpd/dummy-host2.example.com-error_log" 
    CustomLog "/var/log/httpd/dummy-host2.example.com-access_log" common 
</VirtualHost>

Acrescente esse conteúdo:


<VirtualHost *:80> 
    DocumentRoot "/srv/http/wordpress/" 
    ServerAdmin root@localhost 
    ErrorLog "/var/log/httpd/127.0.0.1-error_log" 
    CustomLog "/var/log/httpd/127.0.0.1-access_log" common 
  <Directory /srv/http/wordpress/> 
          DirectoryIndex index.php index.htm index.html index.phtml 
          AddHandler cgi-script .cgi .pl 
          Options ExecCGI Indexes FollowSymLinks MultiViews +Includes 
          AllowOverride None 
          Order allow,deny 
          allow from all 
  </Directory> 
</VirtualHost>

Nota: Veja que em ‘DocumentRoot‘ e em ‘Directory‘ o diretório setado é o “/srv/http/wordpress/” certo? Então, quando você for reiniciar o Apache, ele dará um certo erro, dizendo que não existe tal diretório, fique tranquilo quanto a isso, resolveremos em alguns passos mais a frente.😉

Ah, e mais um detalhe, comente a outra parte do conteúdo deste arquivo, deixe descomentada só a que acrescentamos e ‘NameVirtualHost *:80‘. deixando assim:


#
# Virtual Hosts 
# 
# If you want to maintain multiple domains/hostnames on your 
# machine you can setup VirtualHost containers for them. Most configurations 
# use only name-based virtual hosts so the server doesn't need to worry about 
# IP addresses. This is indicated by the asterisks in the directives below. 
# 
# Please see the documentation at 
# 
# for further details before you try to setup virtual hosts. 
# 
# You may use the command line option '-S' to verify your virtual host 
# configuration. 
# 
# Use name-based virtual hosting. 
# NameVirtualHost *:80 
# 
# VirtualHost example: 
# Almost any Apache directive may go into a VirtualHost container. 
# The first VirtualHost section is used for all requests that do not 
# match a ServerName or ServerAlias in any block. 
# 
<VirtualHost *:80> 
    DocumentRoot "/srv/http/wordpress/" 
    ServerAdmin root@localhost 
    ErrorLog "/var/log/httpd/127.0.0.1-error_log" 
    CustomLog "/var/log/httpd/127.0.0.1-access_log" common 
    <Directory /srv/http/wordpress/> 
          DirectoryIndex index.php index.htm index.html index.phtml 
          AddHandler cgi-script .cgi .pl 
          Options ExecCGI Indexes FollowSymLinks MultiViews +Includes 
          AllowOverride None Order allow,deny 
          allow from all 
    </Directory> 
</VirtualHost> 
#<VirtualHost *:80> 
#      ServerAdmin webmaster@dummy-host.example.com 
#      DocumentRoot "/etc/httpd/docs/dummy-host.example.com" 
#      ServerName dummy-host.example.com 
#      ServerAlias www.dummy-host.example.com 
#      ErrorLog "/var/log/httpd/dummy-host.example.com-error_log" 
#      CustomLog "/var/log/httpd/dummy-host.example.com-access_log" common 
#</VirtualHost> 
#<VirtualHost *:80> 
#      ServerAdmin webmaster@dummy-host2.example.com 
#      DocumentRoot "/etc/httpd/docs/dummy-host2.example.com" 
#      ServerName dummy-host2.example.com 
#      ErrorLog "/var/log/httpd/dummy-host2.example.com-error_log" 
#      CustomLog "/var/log/httpd/dummy-host2.example.com-access_log" common 
#</VirtualHost>

Pronto.

PHP

Para instalar o PHP, faça:

# pacman -S php php-apache libmcrypt

Configurando o PHP

No arquivo “/etc/httpd/conf/httpd.conf” crie a seguinte linha depois do mudulo ‘LoadModule dir_module modules/mod_dir.so‘:

 LoadModule php5_module modules/libphp5.so

Ainda no mesmo arquivo, no final do arquivo para ser mais preciso, existe a parte dos “Includes“, adicione o seguinte:

Include conf/extra/php5_module.conf

Verifique se na sessão a linha ‘TypesConfig conf/mime.types‘ está descomentada. Se não estiver, descomente. E adicione as linhas:

AddHandler application/x-httpd-php .php
AddType application/x-httpd-php .php
AddType application/x-httpd-php-source .phps

Descomente a seguinte linha (ainda no mesmo arquivo):

MIMEMagicFile conf/magic

Agora, no arquivo ‘/etc/httpd/conf/mime.types‘ adicione a linha:

application/x-httpd-php php php5

No arquivo ‘/etc/httpd/conf/extra/php5_module.conf‘, na linha ‘DirectoryIndex index.html‘, adicione o seguinte item (antes de index.html:

index.php index.phtml

Agora teremos que instalar o pacotes para auxiliar o PHP. Faça:

# pacman -S libpng libjpeg

E no arquivo ‘/etc/php/php.ini‘ descomente o seguintes modulos:

;extension=gd.so
;extension=mcrypt.so
;extension=mysql.so
;extension=mysqli.so

Para descomentar basta retirar o ‘;‘, deixando assim:

extension=gd.so
extension=mcrypt.so
extension=mysql.so
extension=mysqli.so

E ainda no mesmo arquivo, procure pela linha “display_errors=Off” e no lugar de ‘Off‘ coloque “On

Reinicie o httpd:

# rc.d start httpd

E pronto.

MySQL

Para instalar o MySQL, faça:

# pacman -S mysql

Vá no arquivo “/etc/mysql/my.cnf” e no bloco [mysqld], adicione a linha:

bind-address=127.0.0.1

Rode o MySQL com o seguinte comando:

# rc.d start mysqld

Depois:

# rc.d start httpd

E coloque o programa “mysqld” no DEAMONS do seu rc.conf

Depois disso, a primeira coisa que você deve fazer, é mudar a senha do dono do banco de dados. Rode o seguinte comando:

# mysqladmin -u root password seupassword

Agora, criaremos um DB com o seguinte comando:

# mysql -u root -p

Aparecerá na tela do terminal como aparece na imagem

Rode o seguinte comando

mysql> create database nome-do-db; // não esqueça de colocar o ';'

Em seguida, rode o comando:

mysql> grant all on nome-do-db.* to 'nome-de-user' identified by 'senha';

Saia do mysql:

mysql> quit (ou exit)

Pronto. MySQL configurado.

WordPress

Essa é a parte mais fácil…

Rode o comando:

#pacman -S wordpress // Isso vai baixar e instalar o wordpress direto na sua máquina.

Depois, resete o httpd e o mysqld:

# rc.d restart mysqld

# rc.d start httpd

Agora abra seu navegador e digite http://localhost

Se correr tudo certo, aparecerá uma tela assim:

Siga os procedimentos de configuração

Em seguida

Nessa parte, tome cuidado para não colocar o nome do DB, o usuário e senha que você criou a uns passos atrás no MySQL, errados.

Envie os dados

Depois dos dados enviado aparecerá isso:

Coloque o titulo do site, senha e seu email, como diz aí.

Agora aparecerá uma tela, mais ou menos, assim:

Nesse ponto, você terá que alterar o nome do arquivo ‘wp-config.sample.php‘ no diretório ‘/srv/http/wordpres/‘ para ‘wp-config.php‘… então faça:

$ cd /srv/http/wordpress/

Em seguida:

# mv wp-config.sample.php wp-config.php

Agora copie todo aquele conteúdo que mostra na tela, abra o seu editor

# geany wp-config.php // E sobrescreva todo o conteúdo existente.

Feito isso, é só clicar em instalar.

Dai aparecerá uma tela assim:

Dai é só fazer seu login e pronto.

Se vire no que quiser fazer e divirta-se!

Por hoje é só.

fui-me

PS: Desculpem-me qualquer erro ortográfico. Se houver algum erro peço que me informem, por comentário mesmo. Fiz esse tutorial em altas horas da noite (noite não, são mais de 4:00 da manhã), e meio que fiz rápido de mais.

Arch Linux – Minhas impressões

Como sou novo nesse mundo Linux, conheço muito poucas distros, para ser sincero, quase nenhuma. Só Debian e as Debian-likes: Ubuntu e Kubuntu (Kubuntu por alto). Nada de muito avançado conheço dessas distros, só o básico e o necessário para fazer meus afazeres diários e manipular o Linux de modo que eu adquira conhecimento de forma paciente. Mas, estimulado por ver que a maioria dos usuários de Linux conhecem no mínimo umas 5 distros muito bem, resolvi me envolver mais nesse “lance” de peregrinar por esse mundão de distros Linux. Foi ai que o Arch Linux tornou-se meu alvo. Por mói de quê escolhi o Arch? Conversando um dia com um cara gente fina, chamado Marcelo Cavalcante (el kalib), sobre esse meu propósito de conhecer outras distribuições, ele me falou sobre a existência de uma que me ensinaria bastante coisa apenas na instalação, e que a sua instalação era feita em modo 100% texto e que ele vinha “pelado”(na hora não entendi o que ele quis dizer com “pelado”). Vislumbrei, quando ele disse isso, um desafio, e tratei de arrumar uma ISO do Arch para a minha arquitetura. Foi o que fiz. Rodei o VirtualBox e botei o Arch para instalar.

A Instalação –

A instalação do Arch é realmente como o kalib me preveniu. Toda em modo texto. Mas, é uma instalação simples e bem orientada.
As primeiras partes da instalação, você não precisa instalar nada, só precisará preparar a maquina para a instalação real, de fato. (Abrindo aspas “Arrisco dizer que a instalação foi dividida de forma inteligente e intuitiva, isso facilita muito na hora de entender as opções dela.”)
Quando chega na opção “Select Packages”, você terá que selecionar os pacotes a serem instalados na opção seguinte. Por padrão, o Arch já mantém os pacotes básicos para serem instalados (outro ponto mamão com açúcar da instalação). No meu caso, o único pacote a mais que selecionei foi: o “sudo”. Só isso. Caso o usuário pretenda instalar o Arch para outros fins, ele vai selecionando os pacotes que desejar.
Nesse ponto, o Arch tem a vantagem de manter uma instalação enxuta, sem bagunça quanto à quantidade de pacotes que não servirão para os interesses do usuário. Isso deixa a interação com sistema mais rápida(penso eu).
Depois de instalados os pacotes (que é coisa rápida), chega a parte de “Configurar o Sistema (Configure System)”. Mas não é nada de bicho com sete cabeças. Pelo contrário, é muito simples. Praticamente, só é necessário alterar três arquivos durante a instalação do sistema do Arch Linux. São eles, no diretório “/etc/”: rc.conf, locale.gen e pacman.d/mirrorlist. No meu caso, usando VirtualBox, alterei apenas estes três arquivos para ter uma instalação tranqüila. Simples, né? E confesso que, não há muito que se falar sobre este ponto.

O Pacman –

Depois do sistema já ter sido instalado, o Arch vem “nuzim”, “pelado”, “cru”, enfim, nada que o faça ser utilizável em um desktop. Mas, é ai que entra o pacman como protagonista nessa parte da instalação. Tenho que destacar o Pacman. Não posso em hipótese alguma deixar de falar sobre esse cara, o pacman. Para deixar a distro redonda no desktop, o pacman é a ferramenta fiel do Arch Linux. O pacman, mostra de verdade o que é simplicidade (e poder :D).
Rodando o pacman e instalando alguns pacotes no seu Arch Linux, dependendo da velocidade da sua internet, em poucas horas seu desktop estará redondo (em, mais ou menos 5 horas, com uma net de 1mb, consigo deixar o Arch Linux 60% pronto para eu usar… isso no meu caso que ainda sou iniciante…).

É uma ferramenta, que, ao menos para mim, é segura e prática. Segura porque, até então, ele não quebrou meu sistema vez alguma (contando que o Arch Linux é uma distribuição “rolling release”, e que atualizo ele no mínimo duas vezes por dia.). Isso é um crédito que o Arch Linux + Pacman nos dão, juntos. Ferramenta prática, pelo fato de se poder fazer várias coisas com ele. Alem de fazer instalação de um pacote, ele pesquisa, dá a opção de remover um pacote com ou sem dependências entre outras coisas.

O AUR –

Abreviação de Arch User Repository. É o repositório do Arch Linux, dirigido pelos usuários, onde os mesmos têm a liberdade de criar seus pacotes e fazer upload no AUR para que outros usuários possam compilar tais pacotes através de um código fonte e em seguida instalar em suas maquinas.
Ele é mantido com o intuito de incluir, organizar e distribuir novos pacotes criados por users do Arch Linux. É um ponto muito interessante na comunidade, e é nítido o desejo do projeto de querer integrar a participação voluntária dos usuários. Acho isso muito bonito, me dá a impressão de que a filosofia GNU/Linux é seguida na sua risca. E tem mais, caso um pacote se torne popular, ele é colocado no repositório “Community” e poderá ser baixado e instalado via pacman. Belezura, eim?!

Caso você não queira, ou não saiba(meu caso) compilar um pacote baixado do AUR, você pode automatizar o processo de compilação e instalação com Yaourt. O Yaourt foi criado pela comunidade ArchLinux-Fr (francesa), serve para isso ai que falei, automatizar o processo de compilação e instalação. Ele é tão pratico quanto o pacman, e o melhor, se utiliza dos mesmos parâmetros(opções).

Ex.:
Pesquisar por um pacote com pacman faça:
 # pacman -Ss nome-do-pacote 

Com Yaourt faça:
 $ yaourt -Ss nome-do-pacote

Simples, não é?!!😉

O fato de ser Rolling Release –

Não vou me estender muito nesse ponto.
Mas posso dizer que é uma tremenda vantagem usar uma distribuição rolling release como o Arch Linux. Está sempre atualizado com as novidades é um quesito interessante. Posso, ter meu sistema constantemente atualizado e otimizado através das facilidades que trás uma distribuição dessa categoria. Posso sair de uma versão do Arch, para outra sem precisar reinstalar o sistema do zero ou fazendo (como nosso amigo leoarch disse nos comentts) uma gambi para “pular” de versão.

Bleeding Edge (confesso que não conhecia esse termo)

Um pequeno exemplo de bleeding edge: Estava com o Firefox em sua verão 5.0, assim que foi lançada a versão 6.0, ao rodar o pacman, foi instalando automaticamente no meu sistema a nova versão. Dai veios bugs, não demorou muito(questão de dias) e já vieram as atualizações com as melhoras e com o tradutor pt_BR do browser (coisa que não tinha antes da atualização). Bom de mais isso, eim!? Isso me fez ganhar tempo, não me fazendo bater cabeça com coisas tão triviais.

Declaração Final –

O Arch Linux, apesar de ser uma distro “nova”, vem se mostrando a cada dia uma distribuição madura e poderosa, apesar de simples. Dou crédito ao Arch Linux na mesma valia que daria para o Debian.
Mas, diferente do Debian, o Arch Linux é rolling release. É uma distribuição que está em constante atualização, e que você pode dar um upgrade no seu sistema com apenas um comando. Faça isso com o Debian e correrá o risco de derrubar seu sistema(caso você não seja um usuário experiente. Tentei isso uma vez e me dei mal! xD ).

Talvez eu poderia citar alguns contras na distribuição, que seriam: 1º – É definitivamente uma distro anti-preguiça. 2º – É necessariamente dependente de uma internet… boa, no mínimo.
Para se aventurar com Arch Linux, você vai ter que ler bastante e alongar muito seus dedos. Como já mencionei, ele vem “pelado”, ou seja, terás que se desdobrar para configura-lo a sua maneira, para customizar e deixa-lo do jeito que quiser. Eu, para me adaptar ao Arch Linux, li muito mais do que normalmente leio no meu dia-a-dia. Sim, é verdade. Li uma grande quantidade de textos(em inglês, espanhol e português) para poder entender MAIS OU MENOS como o Arch Linux funciona. Então, se você é um preguiçoso, não gosta de ler, é acomodado… procure mudar isso, caso queira conhecer o Arch.

Alem da leitura, no inicio, precisei muito do terminal para concretizar meus anseios com o Arch Linux. Como sou meio biruta, dei uma dose a mais de terminal nos meus dias e madrugadas quando resolvi usar o LXDE como interface gráfica. Como assim? O LXDE, por natureza, necessita bastante do terminal, tanto para a parte visual quanto para a parte de acessibilidade(menus, atalhos etc.), e isso incrementou ainda mais a minha necessidade por usar o terminal. Mas, foda-se é muito divertido!!! ahahahha
No meu caso, isso acaba sendo é uma vantagem tremenda, e para quem gosta de fuçar é um ponto positivo também.
E também, como o Arch Linux vive em constante atualização, é necessário uma internet para poder estar com, tanto os repositórios quanto o sistema atualizados.

Abri o post dizendo que sou um iniciante. E realmente sou, mas, o Arch Linux não foi criado para usuários leigos. O Arch Linux é para usuários competentes e que já tenham um certo conhecimento em Linux. Não estou querendo dizer que sou competente e phodastico com o Arch Linux. Não. Simplesmente não foi fácil entender o Arch Linux, apanhei e ainda hoje apanho para ele e foi por isso que cheguei a essa conclusão(tanto que uso ele, ainda, com VirtualBox(mas já estou organizando meus arquivos para rodar ele no meu HD)). Mas, depois que se pega o jeito, fica fácil brincar com o Arch.

Concluindo –

Ainda há muito o que se falar do Arch Linux como distro, porem, eu ainda não sou a pessoa mais gabaritada para aprofundar o assunto, e o meu intuito é de mostrar para usuários iniciantes o que o Arch Linux é capaz de fazer.
Então é isso galera, acho o Arch Linux uma ótima distro, leve, pratica, rápida, poderosa, maleável, simples… entre outras coisas.

Até a próxima
fui-me!

PS.:Também não posso deixar de fora à comunidade ArchLinux, me acolheu e sanou meus problemas com prontidão, isso me cativou muito.

Rede Linux de amigos – Doode

Congratulações a essa nova rede social que surgiu dentro da comunidade GNU/Linux. Rede idealizada por Vitor Micillo Junior, o criador da mesma.

O Doode, não é uma rede social como qualquer outra, ela tem um diferencial especial: os seguidores.
Seus seguidores são usuários da plataforma operacional GNU/Linux, adeptos da filosofia e das ferramentas “Software Livre”.

No Doode, não é só bater-papo(como acontece com muitas outros redes por ai). Dizer “comendo gelatina de morango… hummmm delicia!” ou coisa do tipo. O Doode, vai muito mais além. Apesar de ainda ser uma rede social nova, vejo nela um potencial importante para a expansão da ideia de compartilhamento (Tão tal que a Canonical estipulou um numero X de seguidores para o “Doode ser reconhecido pela canonical como uma grande rede social linux e termos no Ubuntu uma aplicação oficial. Brasil no ubuntu”).
Como, acredito eu, todos os seus seguidores são usuários de Linux, o conteúdo que corre nessa rede abrange outros horizontes, visando informar, ajudar, entreter e adquirir novos usuários para esse mundo Linux, em especial.

Sou seguidor do Doode(@warlocksn), e posso dizer que tenho boas experiências com ele. Já tentei Twitter, Facebook, Orkut enfim, tive experiências com tantas outras redes sociais, mas nem uma delas me prendeu tanto como esta.

Então, você ai que é usuário Linux, que acredita na filosofia deste e quer compartilhar e experimentar novas experiencias no mundo GNU/Linux, eu lhe digo “Siga o Doode!”.😉

Doode

Até a próxima…
fui-me

[PS: Um alô especial para os meus amigos no Doode!]

Mitos sobre o GNU/Linux – Parte 1

Encontrei esse post, muito interessante, relatando mitos sobre o GNU/Linux. São pensamentos “distorcidos” sobre esse sistema operacional, a qual o autor do texto mostra que não é bem como pensam. Esse post será dividido em duas partes. Espero que apreciem , e vamos ao conteúdo!

Antes de qualquer coisa, deixo claro a minha imparcialidade quanto o uso e utilização de qualquer sistema operacional. Cada um utiliza aquele que melhor lhe convém e da forma que melhor lhe interessar.

Sem mais delongas vamos ao que interessa: quais os principais mitos ainda existentes sobre o GNU/Linux.

Mito 1: Linux é muito difícil para uma pessoa comum utilizar porque ele usa apenas texto e requer programação.

Embora tenha sido originalmente concebido para especialistas em computador, a situação mudou muito nos últimos anos. Hoje ele tem uma interface gráfica altamente intuitiva, o GUI (graphical user interface) inclusive é muito semelhante ao do Microsoft Windows e Macintosh, e sendo tão fácil de utilizar quanto os outros sistemas operacionais. Hoje em dia, nenhum conhecimento em programação é necessário. Esta facilidade de utilização é evidenciada pelo fato de que mais e mais pessoas, incluindo estudantes do ensino fundamental e outros com nenhuma experiência anterior com computador, começam a utilizá-lo todos os dias. Além disso, quando as pessoas se familiarizarem com o Linux, eles raramente querem voltar a utilizar outro sistema operacional.

Mito 2: O Linux é menos seguro que o Microsoft Windows, porque o código fonte está disponível para todos.

O Linux é muito mais seguro (ou seja, resistente a vírus, worms e outros tipos de código malicioso) que o Microsoft Windows. E este é, em grande parte, uma conseqüência do fato do código fonte (ou seja, na versão originalmente escrita por seres humanos usando uma linguagem de programação) estar disponível gratuitamente. Ao permitir o acesso ao código fonte, programadores e especialistas de segurança em todo o mundo são capazes de inspecioná-lo com frequência para encontrar possíveis falhas de segurança, desta forma desenvolvendo com mais rapidez patches com correções.

Mito 3: Não vale a pena aprender Linux, porque a maioria das empresas usam o Microsoft Windows

É verdade que a maioria das empresas utiliza Microsoft Windows como sistema operacional principal. No entanto, também é verdade que o Linux está sendo usado por mais e mais empresas, principalmente por instituições governamentais. De fato, a principal coisa que impede a sua utilização é a escassez de pessoas formadas para mantê-lo (por exemplo, engenheiros e administradores de sistemas) em pleno funcionamento. Há uma grande procura no mercado por profissionais especialista em GNU/Linux. Além disso, as pessoas com conhecimento em Linux normalmente recebem mais do que pessoas especialistas em Windows.

Mito 4: Linux não tem futuro; por ser livre e as empresas não vêm nele uma forma de ganhar dinheiro

Este é um daqueles argumentos que soa bem superficial, principalmente por não ter fatos que o comprovem. Muitas empresas ainda não entendem que há um ganho substancial em relação o uso de licenças com sistema operacional, neste caso com o Windows. Muitos não entendem que existe uma forma simples de lucrar principalmente com a venda de produtos e serviços. A BM, por exemplo, investiu milhões e milhões de dólares no desenvolvimento do Linux, e hoje uma parte significativa de seus ganhos vêm desse investimento.

Mito 5: Linux é uma cópia de vários outros sistemas operacionais

Linux é um sistema operacional com código fonte aberto, desta forma muitos desenvolvedores de sistemas operacionais utilizam isso como forma de estudo para desenvolvimento de seu próprio sistema. O desenvolvimento do Linux é colaborativo, toda e qualquer pessoas pode contribuir com o seu desenvolvimento diferentemente da Microsoft que durante muito tempo utilizou estudos de instituições de ensino no desenvolvimento de seu sistema.

Mito 6: Linux e outros softwares livres são uma espécie de socialismo e eles destroem o mercado e propriedade intelectual

O software livre ajuda a evitar monopólios de software, que destrói o livre mercado resultando em preços elevados e de qualidade inferior. Fazendo através da promoção da concorrência entre produtos e empresas baseadas na qualidade, funcionalidades e serviços. O software livre, que é também chamado de software open source, é um software que é livre, tanto em um sentido monetário (ou seja, ela pode ser obtida por qualquer pessoa, sem qualquer custo), e no que diz respeito à utilização (ou seja, é permitido ser utilizados por qualquer pessoa para qualquer finalidade, incluindo a modificação, a cópia e distribuição). Curiosamente, alguns dos mais duros críticos do software livre têm incorporado-os em alguns de seus produtos e serviços.

AUTOR // Renato Tarantelli – http://worldofbit.com